Mostrando postagens com marcador Santos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Santos. Mostrar todas as postagens

15 de nov de 2010

SANTA ISABEL DA HUNGRIA - 17 de Novembro

A Imagem de Santa Isabel da Hungria, num dos 14 andores
da primeira das cinco Procissões Quaresmais,  a Procissão
 dos Terceiros, que sai no 2º Domingo da Quaresma

15 de out de 2010

SANTA MARGARIDA MARIA DE ALACOQUE - 16 de Outubro - Imagem ajoelhada aos pés do Sagrado Coração de Jesus, no Altar do Santíssimo Sacramento da Igreja Matriz de Ovar


Santa Margarida de Alacoque


Margarida, como Bernadette de Lurdes, sofreu bastante,
tanto dos homens como da vida.


Foi formada na dura escola da provação.
Desde a sua adolescência, desde a sua juventude,
uma parentela hostil fez-lhe viver,
assim como a sua mãe, horas difíceis.


Era preciso que aprendesse experimentalmente
o que Jesus um dia lhe havia de dizer:
«eles (os homens) não têm senão frieza, e recusa,
para toda a minha solicitude em lhes fazer bem …»


Menosprezada, Margarida não se concentra, todavia,
sobre si mesma, num estéril rancor:
a sua candura atrai as crianças, e ela esforça-se
por as guiar para o Senhor.


Uma vez religiosa, depois de um dilacerante adeus a sua mãe,
entra decididamente na sua vocação de filha
de «São Francisco de Sales».


Mas surge o imprevisto: o Coração de Jesus, apaixonado
de amor pelos homens, e que deles só recebe «recusas»,
revela-se à pobre Margarida confundida ...


Confundida, porque se trata de repetir aos homens
a eterna Mensagem dos Profetas: o Amor não é amado.
«Veio para os seus, e os seus não o receberam».


Dura missão dos «profetas»!
Jeremias, achincalhado, é lançado numa fossa...
Margarida, «considerada como visionária, hipócrita, entontecida
pelos seus sentimentos e devoções».


Margarida, corajosa sob a tormenta, humilde,
aspirando apenas a «estar vazia e despojada de tudo,
nada amar senão a Ele, n'Ele e por amor d'Ele».


Margarida diz humildemente a Mensagem do Mestre.
Ela nada traz de novo à doutrina católica,
mas contribui, em toda a parte onde a sua Mensagem
foi acolhida com fé, para renovar a piedade católica,
que compreendeu melhor que «a essência da religião
cristã» é ser uma «religião de amor».


«Cristo Nosso Senhor, mostrando o seu Coração sagrado,
quis, duma maneira muito especial e extraordinária,
levar o espírito dos homens a contemplar, a honrar,
o mistério do Amor misericordioso de Deus
pelo género humano» Haur. Aquas, 52.


Margarida sofreu na sua vocação de saber e de dizer
que «o Amor não é amado», mas em nada foi afectada por isso:
«recomendo-te sobretudo que te mantenhas alegre, jovial
e contente, porque é o verdadeiro sinal do espírito de Deus,
que quer que o sirvamos com paz e satisfação,
nunca se mostrando acanhada ou constrangida»
                                                            conselho, Obras, lI, 664.



14 de out de 2010

Santa Teresa de Ávila - 15 de Outubro


SANTA TERESA DE ÁVILA – 15 de Outubro



Santa Teresa é um grande coração,
magnânimo e muito humano.
Ela nunca soube senão amar.
Primeiro, foi como nós todos, e como não cessamos de ser,
«manca dos dois pés».


Mas não era que lhe não custasse,
que não tivesse uma profunda nostalgia
do que seria melhor,
do que deveria ser uma atenção mais perfeita
aos repetidos convites dos enviados do Mestre:
«vinde para o Banquete; está tudo preparado» ...


Quando ela encontrou, depois do duro caminho do deserto
do deserto sem esperança,
Aquele que continuava a esperá-la, fiel ao seu Amor,
o seu coração sensível e bom comoveu-se
com semelhante ternura.


Foi heróica de fidelidade e de renúncia.


Alma simples, a quem repugnavam os rodeios, as subtilezas,
as sinuosidades da alma feminina,
quis viver o evangelho à letra.


Nunca quis servir o Senhor a meias.
Quis ser simplesmente «Filha da Igreja»,
tomando a peito tudo o que interessava ao Corpo de Cristo.


                                                 (do Livro “Para Ti, Senhor…” de Marcel Denis)







1 de out de 2010

Morte de S. Francisco - 4 de Outubro







8 de set de 2010

S. PEDRO CLAVER - Astraín apelidou-o de primeiro missionário do século XVII


S. Pedro Claver, "Outra figura prodigiosa da loucura cavalheiresca da Espanha grande" (Urbel). Se não houvesse outras figuras de primeira grandeza junto dele, ele só bastaria para encher um século. Nasceu em Verdu, Catalunha. Era aparentado com a família dos Requeséns. Estudou com o seu tio, cónego de Solsona, a quem não se aplicava a lamentação de Santa Teresa: «Deus chama-os para santos, mas eles ficam-se por cónegos» Pedro aspirava a santo. «Quero gastar a minha vida pelos outros», escreveu um dia.

                             (do Livro “Os Santos do Mês” da Editorial Missões)



13 de ago de 2010

3 de ago de 2010

S.JOÃO MARIA VIANNEY - Santo Cura de Ars - 4 de Agosto


Estas palavras que brotarão de seus lábios quando já era homem adulto, podem servir de esboço para o seu retrato: «dizia-me minha santa mãe com frequência: Olha, meu Joãozinho, se te visse ofender o bom Deus, tu me darias mais pena do que qualquer dos meus filhos»,
- «Quando estava no campo, agarrado à pá e à enxada, rezava»,
- «Quando já era jovem dizia para comigo: "Se fosse sacerdote gostaria de conquistar muitas almas para Deus»,
- Concedei-me a conversão da minha paróquia; em troca, aceito sofrer tudo quanto quiserdes toda a minha vida».
- «Que é que você faz durante tantas horas diante do sacrário?
- Ele espera por nós».
- «Meu Deus, como me rende o tempo com os pecadores! Quando estarei com os santos?»...
Estas frases são do santo que nada teve de extraordinário nem na infância nem na juventude. Nasceu no mês da Virgem, em Maio, no dia 8 de 1786, de pais honrados, cristãos mas pobres. Foi baptizado no mesmo dia em que nasceu. Aos nove anos, ainda não sabia nada a não ser um pouco de catecismo. Aos onze, recebeu os sa¬cramentos da Penitência e da Eucaristia. Eram maus os tempos que então atravessava a França.
Pela mente de João Maria passou sempre o desejo de chegar um dia a ser sacerdote... Mas não sabia nada e não havia professor que estivesse disposto a ensinar-lhe as primeiras letras. Tinha muita dificuldade em aprender. Por fim entrou no seminário. Tinha 25 anos quando, em 1811, recebe a tonsura clerical. Nos anos seguintes começa os estudos filosóficos que não lhe entram com facilidade na cabeça. Por fim, em Junho de 1815, recebe o diaconato. Foi uma grande alegria para ele.
Mas os superiores duvidam se deve ou não ser ordenado sacerdote, ou se deve abandonar o seminário, porque o sacerdote, pensam, deve ser um homem de estudos e João Maria não tem nenhuma propensão para eles. Perante aquela dúvida recorrem ao Sr. Bispo e este pergunta: «ama a Maria?» - sim, sim, mais do que ninguém! «Sabe rezar o santo rosário?» - Sim, com mais devoção e melhor que ninguém responde o Reitor. - «Pois, sob a minha responsabilidade, ordená-lo-ei sacerdote, e ele desempenhará melhor o seu ministério que qualquer outro». E não se enganou.
Era o dia 13 de Agosto de 1815, quando recebeu o dom do sacerdócio. Saltou de alegria. Já era o que tanto desejava ser. Já esta¬va disposto a morrer pelo rebanho que lhe fosse entregue.
Ars era uma aldeia pequena e pobre, e para lá foi destinado este homem cheio de ideais e com grande vontade de dedicação. Tinha 230 almas aquele aldeia. Disse-lhe o bispo, com pouca vontade de o enganar: «Vá para essa paróquia. Aí não há muito amor a Deus, mas você poderá despertá-lo». E assim foi de verdade. Aquela montanha de gelo ...com os anos converter-se-á em forno ardente de fogo. O que ali encontrou foi desolador: quase ninguém cumpria o preceito dominical. A blasfémia abundava. Os ódios e vinganças estavam na ordem do dia. Bem depressa mudará tudo isso, graças à santidade, deste padre que passa dezasseis horas diárias no confessionário, que mal tem tempo para comer ou dormir, e que vive inflamado no amor por Jesus Eucaristia e pela Virgem Maria.
Toda a sua vida se resume neste grito: «para salvar os pecadores ficaria no mundo toda a minha vida». Já em vida o chamavam «o Santo Cura de Ars». Ele brincava, mas sabia que «Ars já não era Ars». Ali amava-se a Deus e os homens uns aos outros. Podia morrer tranquilo. Foi o que aconteceu no dia 4 de Agosto, quinta-feira, em 1859.

(Ilustração e texto do Livro dos Santos do Mês da Editorial Missões)





27 de mai de 2010

A Imagem de Santo António que sai na
Procissão dos Terceiros no segundo Domingo da Quaresma
SANTO ANTÓNIO DE LISBOA
(1195-1231) Canonizado em 1232


ORAÇÃO

Lembra-te, ó querido
Santo António,
que sempre ajudaste e consolaste
aqueles que recorreram a ti
nas suas necessidades.

Animado por grande confiança
e pela certeza de não rezar em vão,
também eu recorro a ti, que és
assim tão rico de méritos
diante do Senhor.

Confio-te a minha oração:
com a tua intercessão faz que
ela chegue ao trono de Deus
e seja atendida.

Vem em meu auxílio nas
dificuldades do momento presente,
e alcança-me a graça
que ardentemente imploro,
se é para o bem da minha alma.

Abençoa o meu trabalho,
a minha família e todos os que
me são queridos: afasta de nós
as doenças e os perigos
da alma e do corpo.

Faz que na hora do sofrimento
e da provação permaneçamos
unidos nafé e constantes no amor.

Amen

(da Editorial Franciscana)



7 de mai de 2010

S. Lúcio e Santa Buona (Os Bem Casados)


São um exemplo de união, para todos os casais franciscanos, em particular, e cristãos, em geral. Lúcio e Buona Donna são os pais, se assim quisermos chamar, da Ordem Terceira de S. Francisco, já que foi o primeiro casal a quem foi entregue o hábito da penitência, pelo próprio Francisco de Assis. A vida de ambos ficou a pertencer aos miseráveis e aos doentes que, frequentemente, traziam para casa, para deles melhor cuidarem. Até na hora da morte permaneceram unidos. Lúcio adoeceu e Buona também caiu na cama, doente. Lúcio encontrou ainda forças para ajudar a sua esposa a receber os últimos sacramentos e, depois de chamar o Padre Hildebrando que lhe ministrou a extrema-unção, assistiu ao último suspiro de Buona fez o sinal da cruz, invocou, uma vez mais, a Virgem Maria e S. Francisco e padeceu, junto da sua esposa. [TEXTO: Manuela Morgado]

Santa Rosa de Viterbo


Nasceu em 1235 no seio de uma família tão pobre quanto cristã. A sua infância foi passada em contemplação, diante das imagens dos Santos e da Virgem Maria. Andava sempre descalça e a sua alimentação reduzia-se muitas vezes, a um pouco de pão. E mesmo essas migalhas eram repartidas pelos pobres com quem se cruzava, pelo que, frequentemente, nada comia. Com apenas 8 anos de idade contraiu grave doença, milagrosamente curada por Nossa Senhora. Muito cedo sobressaíram os seus dons oratórios e, com a maior das facilidades, fazia pregações sobre a Paixão e sobre os pecados dos homens. Faleceu com apenas 17 anos deixando, para trás, uma vida repleta de milagres e conversões. [TEXTO: Manuela Morgado]

S.Francisco prostrado nas silvas


Esta Imagem simboliza um momento em que S. Francisco para se libertar de tentações atira-se para junto das silvas. "Um gesto simbólico que se pode tornar num convite à penitência dos pecadores". [TEXTO: Manuela Morgado]

Santo Ivo


Muito bela e formosa, Margarida de Cortona não teve uma vida muito feliz. Seu pai, depois de viúvo, voltou a casar e a sua esposa nunca foi boa madrasta para a jovem que, aos 18 anos, e cansada da vida que levava, decidiu entregar-se a um fidalgo, com quem viveu 9 anos e de quem teve um filho. Mais tarde, o seu companheiro foi assassinado e Margarida, depois de 3 anos de provações, foi admitida na Ordem Terceira franciscana, tendo entregue o seu filho aos cuidados dos padres de S. Francisco. Nos últimos anos da sua vida prestou-se às mais duras penitências.
[TEXTO: Manuela Morgado]

Santa Margarida de Cortona


Muito bela e formosa, Margarida de Cortona não teve uma vida muito feliz. Seu pai, depois de viúvo, voltou a casar e a sua esposa nunca foi boa madrasta para a jovem que, aos 18 anos, e cansada da vida que levava, decidiu entregar-se a um fidalgo, com quem viveu 9 anos e de quem teve um filho. Mais tarde, o seu companheiro foi assassinado e Margarida, depois de 3 anos de provações, foi admitida na Ordem Terceira franciscana, tendo entregue o seu filho aos cuidados dos padres de S. Francisco. Nos últimos anos da sua vida prestou-se às mais duras penitências.
[TEXTO: Manuela Morgado]

S.Roque de Montpellier


Nascido no início do século XIV, viu-se órfão aos 20 anos de idade. Nessa altura partiu para Roma em peregrinação, mas sempre pelo caminho mais longo e árduo, parando onde grassavam as epidemias. Aí, tratava dos doentes e muitas vezes curava-os, apenas com o sinal da cruz. De regresso a França, foi atacado pela peste e refugiou-se numa floresta para não contaminar nin­guém. E lá teria morrido à fome, não fosse a inteligência de um cão que, todas as manhãs, lhe trazia um pão roubado da mesa do seu dono. S. Roque melho­rou do seu mal e encaminhou-se para a sua terra, que se encontrava em guer­ra civil. Foi levado diante do governador, seu tio, que não o reconhecendo devido às penitências a que se tinha exposto, o enviou para a cadeia, onde permaneceu até à morte. [TEXTO: Manuela Morgado]

S.Luíz Rei de França


"A cada um o que lhe pertence ", foi o lema deste menino, que assumiu o trono aos 12 anos de idade. Mas nem o imponente reino que tinha a seus pés o des­viou da sua conduta, profundamente religiosa. A oração era o seu alimento e não raras vezes fugia aos hábitos reais para se refugiar na penitência. Convi­dava, frequentemente, os pobres para a sua mesa e comia o que eles deixavam. Outra tarefa que lhe dava grande prazer era visitar as leprosarias e tratar dos doentes mais repugnantes. Um Rei, um Santo, para quem governar consistia em nada reter dos bens e direitos de outrem. Manter os súbditos em paz e na rectidão, não guerrear contra cristãos fora de necessidade, apaziguar os dis­sentimentos e suprimir o pecado e a heresia foram os objectivos perseguidos durante a sua vida. [TEXTO: Manuela Morgado]

Santa Isabel da Hungria


 

Santa Isabel de Portugal


Com apenas 12 anos de idade, e seguindo os preceitos de então, Isabel contraiu matrimónio com D. Dinis, Rei de Portugal. Da sua tia-avó, Isabel da Hungria, herdou a bondade e o espírito equilibrado e justo. Gostava da vida interior e do trabalho silencioso. Jejuava dias sem conta, comovia-se com os que erravam e distribuía esmolas aos necessitados, colocando, em todos estes gestos, uma infindável delicadeza. Aos 20 anos de idade deu à luz seu filho, D. Afonso IV, mas a verdade é que há muito tinha já experi­mentado a grandeza da maternidade, uma vez que nunca se recusou a criar os filhos ilegítimos de seu marido. Cuidou de D. Dinis até à sua mor­te, altura em que decidiu vestir o hábito de Santa Clara. [TEXTO: Manuela Morgado]

Santo António de Lisboa


O povo elegeu-o como o Santo casamenteiro ou mediador para encon­trar coisas perdidas mas, de facto, os dons com que Deus dotou este Doutor da Igreja vão muito para além destes pequenos dotes. António nasceu em Lisboa e cedo deixou que do seu carácter sobressaíssem nobres sentimentos. Foi no Mosteiro de Santa Cruz, em Coimbra, que a sua vida mudou radicalmente, já que foi aí que conheceu aqueles que viriam a ser os Santos Mártires de Marrocos. Impressionado com a vivência destes homens, decidiu enveredar pelo mesmo caminho, ansiando ser, também ele, um mártir, em terra de infiéis. Só que Deus havia traçado, para este jovem, um destino completamente diferente e António ficou conhecido pelos seus dotes oratórios que levaram à con­versão inúmeras pessoas. [TEXTO: Manuela Morgado]

Santa Clara de Assis


Santa Clara nasceu em Assis, no seio de uma família nobre. Dotada de grande beleza, cedo os seus pais começaram a traçar planos para a jovem que passavam, claro está, pelo casamento com alguém da mesma condição social. Mas ao conhecer Francisco e o seu modo de vida, Clara deixou-se encantar e, num Domingo de Ramos, fugiu do palácio para se consagrar, definitivamente, a Deus. Seguindo o exemplo de Francisco, Clara dedicou­-se, de corpo e alma, aos pobres e aos doentes. A oração e a penitência eram as suas relíquias e, por esse motivo, fundou a segunda Ordem Fran­ciscana: as Clarissas. Por lhe ter sido atribuído o milagre de ver, de longe, o sepulcro de S. Francisco, foi declarada padroeira da televisão. [TEXTO: Manuela Morgado]