Uma das ilustrações do Livro "Um outro olhar para MARIA", da autoria do autor deste Blogue, editado em 2005, com o Prefácio do P.e Manuel Pires Bastos, Pároco de Ovar
17 de dez de 2011
A ANUNCIAÇÃO - Pintura de FRA ANGELICO (c.1395-1455)
Uma das ilustrações do Livro "Um outro olhar para MARIA", da autoria do autor deste Blogue, editado em 2005, com o Prefácio do P.e Manuel Pires Bastos, Pároco de Ovar
8 de dez de 2011
NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO - 8 de Dezembro
Sintetizar em poucas palavras muitos e profundos conceitos é privilégio singular dos poetas. Citemos a propósito o Hino das Vésperas desta Festa: "Rainha e Mãe, Virgem Pura, que pisais o sol e o céu, só a Vós não alcançou a triste herança de Adão. Como pode caber em Vós, Rainha de todos, se estais cheia de graça, uma parte da culpa original? Estais livre de toda a mancha: quem pôde imaginar que viria a faltar a graça onde a graça está? Se os filhos de seus pais assumem o direito em que eles estão, como pode ser cativa aquela que deu à luz a liberdade?"
No dia 8 de Dezembro é dia grande para o Céu e para a terra. A Virgem Maria, que já tinha sido proclamada como Mãe de Deus e como Virgem antes do parto, no parto e depois do parto, faltava-Lhe ainda que fosse engastada na sua coroa refulgente esta pérola preciosíssima da sua CONCEIÇÃO IMACULADA. Assim o defendiam durante séculos tantos e tão fervorosos santos e profundos teólogos. Mas nisto não havia uma total clareza, por causa do dogma da universalidade do pecado dos filhos de Adão, e sobretudo, da universalidade da salvação realizada por Jesus Cristo. Santos tão enamorados de Maria, como Santo Alberto Magno, S. Bernardo, S. Tomás de Aquino, recorriam a argumentos teológicos que afirmavam que, nem que fosse por breves instantes, ou de forma ininteligível para a mente humana, era necessário que a Virgem tivesse estado algum tempo sob o domínio da serpente infernal. Não o viu assim Duns Escoto, John Bacon e outros autores também famosos, que defendiam que havia duas espécies de redenção: uma que redime de alguma queda, e outra que preserva para impedir a queda. Desta segunda forma tinha sido redimida, isto é, de modo muito mais sublime, a Virgem Maria, porque estava designada para ser a Mãe do Redentor. Em vista disso, foi "preservada de toda a mancha de pecado antes de ser concebida no seio de sua mãe".
Esta verdade veio a ser definida como dogma de fé, embora já há séculos fosse professada pela maior parte da cristandade, no dia 8 de Dezembro de 1854, pela bula "Ineffabilis Deus" do Papa Pio IX. Este mesmo Papa afirmou naquela ocasião:
A Virgem foi toda pura, toda sem mancha e como o ideal de toda a pureza e formosura; mais formosa que a própria formosura, mais bela que a beleza, mais santa que a santidade, toda santa, puríssima no corpo e na alma, que superou toda a integridade e virgindade. "Na bula definiu:"A doutrina que afirma que a Virgem, no primeiro instante da sua conceição, foi preservada imune de toda a mancha de pecado original por uma singularíssima graça e privilégio da omnipotência divina e em atenção aos méritos do Redentor do género humano, é doutrina revelada e assim há-de ser acreditada pelos cristãos".
Cantavam os nossos clássicos: "Pôde, quis, portanto o fez". A "Ave Maria Puríssima" será o grito que brotará de todo o filho bem-nascido para com sua Mãe.
Em Portugal, no dia 25 de Março de 1646, o Rei D. João IV declarou solenemente Nossa Senhora da Conceição padroeira de todos os Reinos e Senhorios, prometendo e jurando confessar e defender sempre (até dar a vida, se necessário) que a Virgem Maria Mãe de Deus foi concebida sem pecado original. Depois, em 1654, o mesmo Rei para que fosse mais notória a obrigação... de defender que a Virgem Senhora Nossa foi concebida sem pecado original, houve por bem resolver que em todas as portas e entradas das cidades, vilas e lugares... fosse colocada em pedra lavrada uma inscrição alusiva ao facto. Por isso, ainda hoje se canta com todo o fervor:
"És a nossa Padroeira, não largues o padroado, do rebanho confiado ao teu poder protector".
(do Livro dos Santos do Mês, da Editorial Missões – Cucujães)
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NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO - 8 de Dezembro
5 de dez de 2011
S. FRANCISCO DE ASSIS FOI O AUTOR DO PRIMEIRO PRESÉPIO
Aproximava-se o Natal de 1223 e os sanfoneiros já faziam ouvir as suas cantilenas pastorais.
Em Francisco, que amava Jesus com ardente ternura, lampejou uma ideia maravilhosa. Fez chamar João Valita, pessoa bem situada e terceiro fiel, e disse-lhe: «Gostaria de reviver aquela noite celestial: ver Jesus Menino com os meus olhos como nasceu em Belém, em um estábulo, pobre e mísero, só por nosso amor. Vai a Grécio, procura no mato entre as rochas uma gruta conveniente; leva para lá uma manjedoura com a palha, e um boi e um burro. Festejaremos com os frades e o povo a vinda do Filho de Deus sobre a terra».
Assim nasceu do coração de Francisco, o enamorado de Cristo, aquele Presépio, que todos os anos nos comove, fazendo-nos reviver o mistério de amor, o santo Natal.
Com grande entusiasmo tudo foi preparado para a Noite Santa. Os frades, vindos das ermidas mesmo distantes, com velas acesas formaram uma coroa em torno da gruta. A eles se uniram homens e mulheres das aldeias vizinhas.
À meia-noite teve início a Santa Missa, na qual Francisco fazia o diácono e cantou o Evangelho da natividade; depois com voz suave falou do grande mistério do nascimento do Salvador.
Quando depôs o menino inanimado na gruta, todos os presentes, extáticos, viram o Menino de madeira animar-se e mover-se como se fosse vivo. Com este milagre Jesus quis recompensar o amor imenso de Francisco que, com a instituição do presépio, encantaria todos os anos milhões de crianças e quebraria a indiferença de milhões de corações.
(Texto de um Livro. Autor desconhecido)
24 de nov de 2011
20 de nov de 2011
SANTA INÊS DE ASSIS - 19 de Novembro
Inês nasceu em Assis no ano de 1197 e no batismo recebeu o nome de Catarina. Seguindo o exemplo de sua irmã Clara, abraçou em 1212 a vida de pobreza. Por alguns anos ela exerceu a função de abadessa no mosteiro de Florença. Voltando a Assis,morreu pouco depois da irmã, provavelmente a 27 de Agosto de 1253.
Segunda filha de Ortolana e Favarone de Offreduccio, irmã de Santa Clara e da bem-aventurada Beatriz. Nasceu no ano de 1197, em Assis e no batismo recebeu o nome de Catarina. Residiu com a família em Perusa durante os anos 1200 a 1204. Em 1211, logo depois de Clara, deixou tudo para servir a Deus, enfrentando corajosamente o assalto dos parentes que queriam obrigá-la a retornar. Mais tarde, em 1221, partiu para Florença, onde exerceu a função de Abadessa no Mosteiro Monticeli. Colaborou na fundação de Mântua em 1235, juntamente com Irmã Iluminata de Assis e algumas irmãs de Florença. Mais tarde retornou a Monticeli, e depois novamente a Assis, provavelmente no ano da morte de Santa Clara. Morreu a 27 de agosto de 1253, dezesseis dias após sua santa irmã.
O corpo de santa Inês de Assis, irmã de Santa Clara, foi primeiro sepultado no Mosteiro de São Damião, na cripta sob a capela. Em 1260, quando as Irmãs transferiram-se para o Protomosteiro, dentro dos muros de Assis, junto à Basílica de Santa Clara, levaram-no, e também os restos mortais de Hortolana e de outras irmãs, sepultando-os com solenidade sob um altar, ao lado da antiga igreja de São Jorge. Entre as relíquias conservadas no Protomosteiro, conserva-se o crânio de Santa Inês de Assis.
(Ilustrações e textos de Blogues Franciscanos e de Clarissas)
(Ilustrações e textos de Blogues Franciscanos e de Clarissas)
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SANTA INÊS DE ASSIS - 19 de Novembro
17 de nov de 2011
SANTA ISABEL DA HUNGRIA - 17 de Novembro
Diz a lenda que Isabel foi invocada mesmo antes de nascer.
Um vidente anunciou seu glorioso nascimento como estrela que nasceria na Hungria, passaria a brilhar na Alemanha e se irradiaria para o mundo. Citou-lhe o nome, como filha do rei da Hungria e futura esposa do soberano de Eisenach (Alemanha).
De fato, como previsto, a filha do rei André, da Hungria, e da rainha Gertrudes, nasceu em 1207. O batismo da criança foi uma festa digna de reis. E a criança recebeu o nome de Isabel, que significa repleta de Deus.
Ela encantou o reino e trouxe paz e prosperidade para o governo de seu pai. Desde pequenina se mostrou de fato repleta de Deus pela graça, pela beleza, pelo precoce espírito de oração e pela profunda compaixão para com os sofredores.
Tinha apenas quatro aninhos quando foi levada para a longínqua Alemanha como prometida esposa do príncipe Luís, nascido em 1200, filho de Hermano, soberano da Turíngia. Hermano se orientava pela profecia e desejava assegurar um matrimônio feliz para seu filho.
Dada a sua vida simples, piedosa e desligada das pompas da corte, concluíram que a menina não seria companheira para Luis. E a perseguiam e maltratavam, dentro e fora do palácio.
Luis, porém, era um cristão da fibra do pai. Logo percebeu o grande valor de Isabel. Não se impressionava com a pressão dos príncipes e tratou de casar-se quanto antes. O que aconteceu em 1221.
A Santa não recuava diante de nenhuma obra de caridade, por mais penosas que fossem as situações, e isso em grau heróico! Certa vez, Luis a surpreendeu com o avental repleto de alimentos para os pobres. Ela tentou esconder... Mas ele, delicadamente, insistiu e... milagre! Viu somente rosas brancas e vermelhas, em pleno inverno. Feliz, guardou uma delas.
A Imagem que faz parte dos 14 andores da Procissão dos Terceiros de Ovar
Sua vida de soberana não era fácil e frequentemente tinha que acompanhar o marido em longas e duras cavalgadas. Além disso, os filhos, Hermano, de 1222; Sofia, de 1224 e Gertrudes, de 1227.
Estava grávida de Gertrudes, quando descobriu que o duque Luis se comprometera com o Imperador Frederico II a seguir para a guerra das Cruzadas para libertar Jerusalém. Nova renúncia duríssima! E mais: antes mesmo de sair da Itália, o duque morre de febre, em 1227! Ela recebe a notícia ao dar à luz a menina.
Quando Luis ainda vivia, ele e Isabel receberam em Eisenach alguns dos primeiros franciscanos a chegar na Alemanha por ordem do próprio São Francisco. Foi-lhes dado um conventinho. Assim, a Santa passou a conhecer o Poverello de Assis e este a ter freqüentes notícias dela. Tornou-se mesmo membro da Familia Franciscana, ingressando na Ordem Terceira que Francisco fundara para leigos solteiros e casados. Era, pois, mais que amiga dos frades. Chegou a receber de presente o manto do próprio São Francisco!
Morto o marido, os cunhados tramaram cruéis calúnias contra ela e a expulsaram do castelo de Wartburgo. E de tal forma apavoraram os habitantes da região, que ninguém teve coragem de acolher a pobre, com os pequeninos, em pleno inverno. Duas servas fiéis a acompanharam, Isentrudes e Guda.
De volta ao Palácio quando chegaram os restos mortais de Luís, Isabel passou a morar no castelo, mas vestida simplesmente e de preto, totalmente afastada das festas da corte. Com toda naturalidade, voltou a dedicar-se aos pobres. Todavia, Lá dentro dela o Senhor a chamava para doar-se ainda mais. Mandou construir um conventinho para os franciscanos em Marburgo e lá foi morar com suas servas fiéis. Compreendeu que tinha de resguardar os direitos dos filhos. Com grande dor, confiou os dois mais velhos para a vida da corte. Hermano era o herdeiro legitimo de Luis. A mais novinha foi entregue a um Mosteiro de Contemplativas, e acabou sendo Santa Gertrudes! Assim, livre de tudo e de todos, Isabel e suas companheiras professaram publicamente na Ordem Franciscana Secular e, revestidas de grosseira veste, passaram a viver em comunidade religiosa. O rei André mandou chamá-las, mas ela respondeu que estava de fato feliz. Por ordem do confessor, conservou alguma renda, toda revertida para os pobres e sofredores.
Construiu abrigo para as crianças órfãs, sobretudo defeituosas, como também hospícios para os mais pobres e abandonados. Naquele meio, ela se sentia de fato rainha, mãe, irmã. Isso no mais puro amor a Cristo. No atendimento aos pobres, procurava ser criteriosa. Houve época, ainda no palácio, em que preferia distribuir alimentos para 900 pobres diariamente, em vez de dar-lhes maior quantia mensalmente. É que eles não sabiam administrar. Recomendava sempre que trabalhassem e procurava criar condições para isso. Esforçava-se para que despertassem para a dignidade pessoal, como convém a cristãos. E são inúmeros os seus milagres em favor dos pobres!
De há muito que Isabel, repleta de Deus, era mais do céu do que da terra. A oração a arrebatava cada vez mais. Suas servas atestam que, nos últimos meses de vida, frequentemente uma luz celestial a envolvia. Assim chegou serena e plena de esperança à hora decisiva da passagem para o Pai. Recebeu com grande piedade os sacramentos dos enfermos. Quando seu confessor lhe perguntou se tinha algo a dispor sobre herança, respondeu tranqüila: "Minha herança é Jesus Cristo !" E assim nasceu para o céu! Era 17 de novembro de 1231.
Sete anos depois, o Papa Gregório IX, de acordo com o Conselho dos Cardeais, canonizou solenemente Isabel. Foi em Perusa, no mesmo lugar da canonização de São Francisco, a 26 de maio de 1235, Pentecostes. Mais tarde foi declarada Padroeira das Irmãs da Ordem Franciscana Secular.
FREI CARMELO SURIAN, O.F.M.
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SANTA ISABEL DA HUNGRIA - 17 de Novembro
15 de nov de 2011
4 de nov de 2011
S. CARLOS BARROMEU, da III Ordem, Bispo e Cardeal, em Milão
A Ordem Terceira de S. Francisco, de Vila do Conde tem esta Imagem de S. Carlos Barromeu, em tamanho natural, que sai num dos 16 andores da Procissão da Penitência, na Quaresma.
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S. CARLOS BARROMEU
1 de nov de 2011
"A JUSTIÇA SOCIAL SEGUNDO JOÃO PAULO II" EM DEBATE
No dia 9 de Maio de 2009, no Auditório da Junta de Freguesia de Ovar realizou-se um Debate sobre “A JUSTIÇA SOCIAL segundo João Paulo II”, com António Mendes Pinto, (autor do Painel e promotor do Debate), Padre Manuel Pires Bastos, Pároco de Ovar, Professor Joaquim Barbosa, Presidente da Junta de Freguesia, e o Cónego Dr. Jorge Cunha, Professor da Universidade Católica. Neste Debate o Pároco de Ovar aproveitou para anunciar um projecto em curso, “Mãos Solidárias”, da Paróquia de Ovar. Para ver o conteúdo deste Debate, com os Diapositivos de um Painel apresentado, o estimado visitante abra o Blogue que construí, http://pazcomjustasocial.blogspot.com dedicado a este Santo Padre, e analisará que se a sociedade e a classe política tivesse dado a devida atenção às exortações de João Paulo II a Crise provocada por gente gananciosa, não teria rebentado.
24 de out de 2011
19 de out de 2011
16 de out de 2011
15 de out de 2011
SANTA TERESA D'ÁVILA - 15 de Outubro
«Mulher de inteligência peregrina, coração sublime de cristã, foi mais divina quanto mais humana, e mais humana quanto mais divina». Assim a cantou Gabriel y Galán.
«Mulher! mas uma mulher que vale por vinte homens». (João Paulo I)
«Teresa de Jesus ilustrou com as virtudes da sua vida angelica!. .. toda a Igreja Católica». (5. Pio V)
«Esta mulher singular foi sempre considerada como o modelo da contemplação» (Ir. Roger Schutz, Taizé)
«... como brilha o sol no seu zénite, assim resplandece Teresa no Templo de Deus» (Liturgia Ambrosiana).
«Mãe dos espirituais». (Lápide ao pé da sua estátua em S. Pedro do Vaticano).
«Luz de Espanha e de toda a Igreja» (Paulo VI ao proclamá-la Padroeira dos escritores espanhóis).
«Baseamo-nos na doutrina espiritual e na vida preclara de Santa Teresa». (Dr. Ramsey, anglicano).
«Teresa de Jesus é o maior espírito, a alma mais sublime que depois da vinda de Cristo se revestiu de carne humana» (Leibnitz).
«Quanto o tempo mais nos afasta de Santa Teresa, tanto mais se agiganta a sua figura» (Pascal).
E etc., etc., etc…. porque estas três páginas seriam preenchidas só com os ditirambos mais lindos e teríamos que aumentar a tiragem ... Basta juntar estes dois piropos que se atribuem ao próprio Jesus Cristo: «Teresa, se não tivesse criado o céu, só por ti o criaria». E, naquele saborosíssimo encontro, nas escadas da Encarnação de Ávila: «Tu quem és?» «E tu?» pergunta-lhe o menino loiro e lindíssimo de doze primaveras: «Eu sou Teresa de Jesus». Pois eu - responde aquele Menino Divino - sou Jesus de Teresa».
Nasce em Ávila numa quarta-feira de Março de 1515. Era o dia 28. Os seus pais eram dois exemplares cristãos: Alonso de Cepeda e Beatriz de Ahumada. São abençoados com muitos filhos. Teresa será a terceira deste segundo matrimónio de D. Alonso. D. Beatriz morrerá muito jovem. Caso contrário talvez ainda se tivesse seguido outro filho à Joana que era a oitava.
Educam-na cristãmente. Aprendeu a rezar ainda ao colo da mãe. Faz altarinhos. Quer fugir para a terra de mouros com o seu irmão Rodrigo para ser decapitada por Cristo, mas o seu tio Francisco Sánchez de Cepeda fá-los voltar para a casa paterna.
É internada: morre a mãe e atravessa uma temporada um tanto desviada do seu fervor anterior. No dia 2 de Novembro de 1535, sem permissão do pai, entra no Convento da Encarnação. Veste o hábito de carmelita no dia 2 de Novembro de 1536 e faz os votos religiosos em 3 de Novembro de 1537. Adoece. Sai do convento e cura-se. A sua vida está ainda muito longe de dar esse SIM definitivo ou terceira Conversão ao Senhor. Esta não chegará até à Quaresma de 1554 quando ela já tinha 39 anos. Os diversos «quero» de Teresa encontram o QUERO definitivo. Entrega-se ao Senhor e... para sempre.
Em 1562 reforma o Carmelo feminino com permissão do P. Geral. Seis anos depois funda o primeiro convento de Padres reformados tendo à cabeça S. João da Cruz.
Escreve livros prodigiosos cheios de sabedoria e experiência mística: a sua Autobiografia, o Caminho da Perfeição, As Moradas, Cartas, Poesias, Modo de visitar conventos, Constituições... É a admiração de familiares e estranhos. Recebe graças místicas. Morre a «Santa» na tarde de 14 de Outubro de 1582. No dia seguinte era o dia 15, pela reforma do calendário introduzido por Gregório XIII. No dia 27 de Setembro de 1970 é declarada Doutora da Igreja.
(do livro “Os Santos do Mês” da Editorial Missões-Cucujães)
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SANTA TERESA D' ÁVILA - 15 de Outubro
13 de out de 2011
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